A sociedade vem exigindo, cada vez mais, um padrão de vida social rentável da sua população. Isso se dá pelo status adquirido de forma gradual, ou seja, em decorrência do padrão de vida de cada um no meio em que vive.
De acordo com estudos do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e da ABEP (Associação Brasileiras de Empresas de Pesquisa), o Brasil possui, atualmente, cinco classes sociais, divididas de A a E; todas de acordo com a quantidade de salários mínimos que a família soma ao final de cada mês. Têm-se para a classe mais alta o valor de 20 salários mínimos, e, para a mais baixa, até dois destes salários. Esta diferença econômica é bastante visível em todo o território brasileiro e vem acarretando em uma divisão, até hoje, irrevogável, de desestabilidade, social e econômica, nacional.
Sabemos, também, que esta diferença social se dá pelo controle, em grande parte dos aspectos, da classe dominante sobre o estado e sobre a classe inferior. Isto gera um ciclo, que dificilmente sofrerá mudanças. Enquanto os masters estiverem ditando o valor dos impostos, o valor de um salário mínimo digno de sobrevivência, o preço dos alimentos, e, assim por diante, não conseguiremos construir um Brasil com diferenças sociais e econômicas mínimas.
Portanto, podemos concluir que a forma econômica familiar brasileira é ditada por um conceito, diga-se, de passagem, injusto; pois as pessoas que fazem parte das classes altas permanecerão nelas em decorrência das vantagens já citadas aqui, e aquelas pessoas que fazem parte das classes médias e baixas dificilmente conseguirão alcançar um patamar de vida diferente do presente, pois, sofrem com este ciclo controlado.
Texto argumentativo – Andréia Danielle Kunz
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